“O que torna em nada os príncipes, e faz como em coisa vã os juízes da terra.”
Ouça Isaías 40:23
O que este versículo diz
Retomando o tema da nulidade dos poderes humanos, o profeta afirma que Deus "reduz a nada os príncipes" e transforma "em coisa vã os juízes da terra". Os governantes e magistrados, que concentram autoridade e parecem decidir os destinos dos povos, não têm permanência diante daquele que está entronizado sobre o globo. O verbo indica que Deus não precisa de guerra para derrubá-los; basta sua vontade para que se esvaziem.
Para o povo exilado sob o poder babilônico, esta era uma palavra de esperança política e espiritual: os poderosos que oprimem não são eternos. A história bíblica e a experiência humana confirmam quantos impérios e líderes, aparentemente invencíveis, desapareceram. Para o leitor de hoje, há aqui tanto conforto quanto sobriedade. Conforto, porque nenhuma injustiça humana é definitiva diante de Deus. Sobriedade, porque quem exerce autoridade deve lembrar-se de que a recebe de forma temporária e responderá por ela. Diante do único Rei permanente, todo poder terreno é empréstimo breve. O versículo seguinte reforçará quão frágil, de fato, é essa grandeza.
O que este versículo diz
Retomando o tema da nulidade dos poderes humanos, o profeta afirma que Deus "reduz a nada os príncipes" e transforma "em coisa vã os juízes da terra". Os governantes e magistrados, que concentram autoridade e parecem decidir os destinos dos povos, não têm permanência diante daquele que está entronizado sobre o globo. O verbo indica que Deus não precisa de guerra para derrubá-los; basta sua vontade para que se esvaziem.
Para o povo exilado sob o poder babilônico, esta era uma palavra de esperança política e espiritual: os poderosos que oprimem não são eternos. A história bíblica e a experiência humana confirmam quantos impérios e líderes, aparentemente invencíveis, desapareceram. Para o leitor de hoje, há aqui tanto conforto quanto sobriedade. Conforto, porque nenhuma injustiça humana é definitiva diante de Deus. Sobriedade, porque quem exerce autoridade deve lembrar-se de que a recebe de forma temporária e responderá por ela. Diante do único Rei permanente, todo poder terreno é empréstimo breve. O versículo seguinte reforçará quão frágil, de fato, é essa grandeza.