2 Crônicas 19:7

2 Crônicas 19:7
“Agora pois, seja o temor do Senhor convosco: guardae-o, e fazei-o; porque não ha no Senhor nosso Deus iniquidade nem aceitação de pessoas, nem aceitação de presentes.”
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O que este versículo diz

Josafá conclui sua exortação aos juízes definindo o fundamento da boa justiça: "seja o temor do Senhor convosco". Esse temor não é medo servil, mas reverência que molda a conduta — a consciência viva de estar diante de Deus. A razão é dada com clareza tríplice: no Senhor não há "iniquidade", nem "aceitação de pessoas", nem "aceitação de presentes". Deus não é injusto, não faz acepção de pessoas e não se deixa corromper por subornos; os juízes devem espelhar esse caráter.

As três negações atacam os vícios clássicos que corrompem qualquer tribunal: a torção deliberada do direito, o favorecimento dos poderosos e a compra de sentenças. A imparcialidade, aqui, é apresentada como reflexo da própria natureza divina. Para o leitor, o verso oferece um retrato de Deus profundamente consolador e exigente ao mesmo tempo: diante dele ninguém compra vantagem nem é preterido por ser pequeno. Somos chamados a imitar essa integridade em cada juízo que nos couber, por menor que pareça.

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